Dia 10 de Chess

Acreditando que estavam finalmente no caminho certo para Skullport, conforme indicado pelas palavras enigmáticas de Halaster, o grupo avançou pelas profundezas de Undermountain. A jornada daquele dia seria longa, brutal e cheia de presságios.
Logo encontraram o covil das mantícoras. Três das criaturas aladas os atacaram com ferocidade, defendendo seus ninhos de ossos e tapeçarias rasgadas. O combate foi intenso, mas ao final, as feras jaziam derrotadas. Entre os restos, encontraram moedas, armas e um colar de prata com pedra de sangue — pequenos tesouros arrancados de vítimas anteriores.
Vasher, em meio às magias instáveis de Undermountain e ao combate com as criaturas, foi petrificado novamente pela maldição. Seu corpo permaneceu na masmorra, e o grupo jamais o viu outra vez. Mesmo quando voltaram posteriormente para leva-lo embora.
Seguindo adiante, atravessaram corredores impregnados de odores estranhos e revisitarem antigas salas de banquetes, onde mesas de pedra ainda recebiam carne pútrida conjurada diariamente pela magia de Halaster. O troll encarregado de levar essa carne às mantícoras foi enfrentado em sua toca fétida e derrotado após uma batalha árdua.
Mais ao norte, chegaram ao templo profanado. No átrio, encontraram o corpo ressecado de um basilisco, morto por outros aventureiros. Em sua garra, descobriram um Driftglobe, um orbe mágico de luz. No interior do templo, porém, aguardava um perigo maior: um Black Pudding, criatura viscosa que cobria uma estátua de Gond. Ao ser despertado, lançou-se contra os heróis, que lutaram para sobreviver à sua corrosão implacável.
Apesar das vitórias, a sensação de não avançar no enigma de Skullport crescia. Debateram sobre estarem presos em círculos, quando um barulho distante os alertou. Seguindo o som, encontraram um grupo de aventureiros hostis que tentou assaltá-los. O confronto foi rápido e sangrento.
Continuando a exploração, chegaram ao posto avançado, aparentemente mantido pela Guilda Xanathar. Bugbears e goblins tentaram resistir, mas foram derrotados. No coração do posto, encontraram o Obelisco do Olho, coberto de mãos ensanguentadas.
Seguindo pelos túneis, encontraram goblins aterrorizados por gricks, cadáveres mutilados e até uma armadilha de fosso repleta de estacas, onde Orin chegou a cair. Mais adiante, um corredor adornado por escudos antigos foi observado por um dos olhos de vigilância de Halaster, que pairou silenciosamente antes de desaparecer.
Nas Salas enfrentaram gricks famintos e encontraram um aventureiro preso em um armário, Kelim the Weasel, que implorou por ajuda. Mais adiante, descobriram o salão do trono invertido, onde um minotauro mumificado repousava no teto sob efeito de gravidade reversa. Dele, recuperaram gemas valiosas.
Foi também nesse dia que encontraram um portão mágico. Ao ser tocado por uma varinha, uma voz feminina ecoou, advertindo-os para não entrar. Vasher pareceu reconhecer a voz, embora não soubesse de onde — um mistério que o perturbou profundamente.
Seguindo adiante, chegaram à Sala com um Mapa no chão, onde um enorme painel esculpido mostrava todos os níveis de Undermountain. No centro da sala, um revenant estava preso em um poço: Halleth Garke. Após libertá-lo e ouvir sua história de traição,Gunnar prometeu ajudá-lo a se vingar. Halleth juntou-se ao grupo, e logo provou seu valor quando foram emboscados por cinco gricks.
Ao fim do dia, retornaram à superfície. Venderam o Driftglobe, um anel de carneiro, a espada amaldiçoada, um pergaminho de armadura de pedra e um Circlet of Blasting para Obaya Uday. A sacerdotisa reforçou a magia de seus itens, lembrando-os de que durariam apenas uma semana sem sua bênção.

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