Segundo dia
O grupo prosseguiu sua exploração no dia 08 de Chess em silêncio atento, avançando para o sul. Atravessaram a chamada Floresta de Pilares, onde sombras se alongavam entre colunas antigas. Gravado em uma parede, em letras ásperas, havia um aviso em Comum: “Certa morte por este caminho.” O recado parecia mais uma promessa do que uma ameaça.
Seguindo adiante, chegaram ao Salão dos Espelhos. Dezesseis nichos alinhados refletiam suas imagens em vidros ovais, mas alguns deles não eram apenas reflexos. Ao atravessar o corredor, duplicatas sombrias emergiram das superfícies, combatendo-os com fúria silenciosa. O confronto foi breve, mas deixou claro que cada passo em Undermountain era uma prova. Entre os espelhos, encontraram um tesouro peculiar: uma máscara de bronze moldada com o rosto de Halaster. Pietro tomou o objeto em mãos, e o e o usou na esperança de lhe dar algum beneficio.
Mais ao sul, alcançaram um local de escavação. Ferramentas abandonadas e o corpo de um goblin morto denunciavam pressa e brutalidade. Entre os escombros, uma estátua decapitada de mulher jazia soterrada, sua cabeça em forma de cobra revelando um simbolismo inquietante. O ambiente carregava o peso de rituais esquecidos e da presença da Guilda Xanathar.
Foi então que Pietro, guiado pela máscara recém-descoberta, encontrou uma passagem oculta. Foi sugado para um espaço além da realidade: um semiplano escondido. Ali, diante de um retrato invertido de Halaster, o proprio Mago Louco o aguardava. A figura, sentada em uma cadeira de carvalho, ofereceu três respostas — duas verdadeiras, uma falsa. As palavras revelaram pistas sobre um atalho para Skullport e sobre a localização de um artefato poderoso. Quando terminou, esse Halaster feito de magia dissolveu-se em lama.
Seguindo as indicações, o grupo chegou a um túmulo antigo. Era o descanso de um rei humano, aliado dos anões em eras passadas. O local exalava respeito e memória, e entre os restos mortais encontraram seu primeiro grande prêmio: o Cinto do Povo Anão. O artefato parecia carregar não apenas poder, mas também uma relação entre eles, visto que Pietro, um humano, era filho adotado de Gunnar e isso pareceu um sinal.
Exaustos, decidiram retornar à sala do sahuagin, onde já haviam enfrentado o lodo psíquico. O brilho roxo da estátua iluminava fracamente o ambiente enquanto montavam seu acampamento.
Seguindo adiante, chegaram ao Salão dos Espelhos. Dezesseis nichos alinhados refletiam suas imagens em vidros ovais, mas alguns deles não eram apenas reflexos. Ao atravessar o corredor, duplicatas sombrias emergiram das superfícies, combatendo-os com fúria silenciosa. O confronto foi breve, mas deixou claro que cada passo em Undermountain era uma prova. Entre os espelhos, encontraram um tesouro peculiar: uma máscara de bronze moldada com o rosto de Halaster. Pietro tomou o objeto em mãos, e o e o usou na esperança de lhe dar algum beneficio.
Mais ao sul, alcançaram um local de escavação. Ferramentas abandonadas e o corpo de um goblin morto denunciavam pressa e brutalidade. Entre os escombros, uma estátua decapitada de mulher jazia soterrada, sua cabeça em forma de cobra revelando um simbolismo inquietante. O ambiente carregava o peso de rituais esquecidos e da presença da Guilda Xanathar.
Foi então que Pietro, guiado pela máscara recém-descoberta, encontrou uma passagem oculta. Foi sugado para um espaço além da realidade: um semiplano escondido. Ali, diante de um retrato invertido de Halaster, o proprio Mago Louco o aguardava. A figura, sentada em uma cadeira de carvalho, ofereceu três respostas — duas verdadeiras, uma falsa. As palavras revelaram pistas sobre um atalho para Skullport e sobre a localização de um artefato poderoso. Quando terminou, esse Halaster feito de magia dissolveu-se em lama.
Seguindo as indicações, o grupo chegou a um túmulo antigo. Era o descanso de um rei humano, aliado dos anões em eras passadas. O local exalava respeito e memória, e entre os restos mortais encontraram seu primeiro grande prêmio: o Cinto do Povo Anão. O artefato parecia carregar não apenas poder, mas também uma relação entre eles, visto que Pietro, um humano, era filho adotado de Gunnar e isso pareceu um sinal.
Exaustos, decidiram retornar à sala do sahuagin, onde já haviam enfrentado o lodo psíquico. O brilho roxo da estátua iluminava fracamente o ambiente enquanto montavam seu acampamento.
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